Freedom, .i

Pictures with words...

Não é por ser uma palavra, mas a palavra, a essência, o cheiro, aroma, o sabor..tudo aquilo que me define. A aventura. O destino incerto. A irresponsabilidade? A loucura! O meu amor... O que me move, o que me define...
Posted by Duro molusco at 12:23 PM 0 comments
É a droga mais psicadélica que pode haver. A mais imponente, a mais forte, o maior rasgo de adrenalina que corre nos olhos que percorrem a realidade. A realidade, a bad trip, o mundo, o alucinar, o suspirar, o descansar, o correr, o cair, levantar, rir, sorrir e voltar a rir. Chorar de rir. Dançar. Dança com a realidade. Alucina com a realidade. A maior droga do mundo. A realidade. Já nos corre nas veias. Basta abrir os olhos. E alucinar.
Posted by Duro molusco at 12:10 PM 1 comments
Tanta história por contar dizia-me ele. O meu avô sempre foi um senhor dos serões de Inverno, com o chá que a minha avó fazia e o rádio bege-acastanhado daqueles que só tinham um botão para encontrar a frequência e outro para o volume. Fazia das histórias um filme, e nós, sentados, vidrados, ouvíamos com muito atenção aquilo que parecia ser o caos, o autêntico caos. O ênfase, a emoção com que contava e mexia os braços e arregalava os olhos era perfeita. Olhem lá para fora - dizia ele, enquanto nos mostrava as antigas fábricas onde trabalhava e mostrava as cicatrizes nas mãos, cada uma com a sua história e algumas faziam-nos rir. Sempre lhe admirei e dizia-lhe que queria trabalhar nas fábricas, já ele dizia, que o caos que elas aparentavam ter, era o caos que tinham.
Posted by Duro molusco at 8:47 AM 0 comments
A concentração com que vejo as coisas é diferente. A visualização torna-se completa e não vejo através de óculos, nem com lentes de contacto. Torna-se tudo mais dinâmico, menos linear, contudo, imutável. O azul é azul. Isto é isto. Porquê espelhar? Porquê reflectir? Não há por aonde fugir á regra, não há excepção. Arte é arte. E a visualização é a mesma, para quê opinar? Para quê obrigar o cerébro a ter uma resposta, um sentido diferente? Porquê? Se no fundo é tudo igual, para quê espelhar? O resultado será o mesmo, o espelho de dois lados, dois lados tem e ambos são iguais.
Posted by Duro molusco at 7:40 AM 0 comments

Posted by Duro molusco at 6:46 AM 0 comments
(Esta é para mim)
Para ti sou a luz que deste e que te alumeia o caminho tortuoso, que agora vejo que é vida. Trabalhas com ambas as mãos, ainda assim simpre que olho para baixo vejo o meu reflexo de luz numa delas, não interesa qual. Acho que já vi quer a esquerda quer a direita, por vezes as duas. És grande, apesar de o meu peso parecer maior que a tua mão frágil, no entanto com um dedo me seguras, ou melhor, me dás seguranaça. ilumino-te as mãos porque são elas que me seguram, a rede que sei que tenho mesmo que não olhe para baixo e faça trapezismos estúpidos sem protecção e apagado...
... Espera! Tens razão, sem ti seria escuro, o quão ignóbil e egocentrado sou. Eu não tenho luz! Não tenho luz natural. És tu com as tuas mãos que me iluminas também!
Obrigado Mãe
Posted by Duro molusco at 8:23 AM 2 comments
Labels: Profundezas

Porque te provas então? Não deverias já saber que sendo mel, provando-te não te sabes nem te saboreias, és tu! Apenas a ti te sabes amarga, quem te toca fica melado, preso nessa armadilha a que chamas agrura. Teces a armadilha definindo-te e desfocando o resto, apenas as tuas linhas são definidas e apenas elas conseguem ser descortinadas no meio do desfoque. Atrais com agrura e prendes com doçura, essa que dizes que não tens, essa tal que não consegues provar nem conseguirás pois serás para sempre mel.
Posted by Filipa at 6:15 PM 0 comments
Labels: You
Tudo como deve ser. Aquilo é aquilo. Isso é isso. Eu sou eu e tu és tu. Não há cá meios termos ou assim-assim's. Ou talvez. Ou sim ou não. Somos pessoas e pronto. Podes deitar-te, sentar-te aqui se quiseres. Queres olhar comigo para o céu? Podíamos fazê-lo...Podias ficar aqui a apreciar o mundo comigo e a falar de filosofias que não interessam a ninguém e só tornam as conversas bonitas e a nós mais sensíveis, ou se quiseres podemos ficar em silêncio. Posso imaginar como seria se não estivesses aqui, se tudo isto não fosse assim e fosse ao contrário. O mundo seria mais bonito se fosse ao contrário?
Posted by Duro molusco at 7:55 AM 0 comments
Labels: Places

Posted by Filipa at 4:25 AM 2 comments
Labels: Places
Posted by Duro molusco at 2:06 PM 0 comments
Labels: People
Não sei o que dizes, mas cá vou ouvindo a tua voz no meio de uma multidão encarcerada de sorrisos falsos e etiquetas provisórias por entre cinismo escondido. E eu, com a minha inocência sorrio a essas almas perdidas. Inocente e perdida brinco até anoitecer, e não me apercebo que olham para mim com olhos não de amor, mas de inveja por não terem essa inocência que tanto me faz única e especial. Nunca antes tinha percebido isso. Agora vejo.
Posted by Duro molusco at 11:46 AM 1 comments
porque a mim já o fizeste. E agora não queres. Nem precisas. Precisas de ti. De te encostares a ti. De arejar. Ah pois é. Não te canses de ti. Encosta-te a ti. Descansa. Encontra-te. Descobre-te. A mim já o fizeste. Ambos fizemos. Agora penso unicamente em ti. Encosta-te a ti. Revê-te por favor. E sorri. Vê-te ao espelho, sorri.
Posted by Duro molusco at 4:23 PM 1 comments
Labels: People
Posted by Filipa at 5:40 AM 0 comments
Desabotoa-me. Despe-me. Despe-me de preconceito inútil e pensamentos obscenos, maléfico és tu, que me invades a mente e não o corpo. Entras no meu pensamento e viras-me contra mim. Não estou a funcionar bem. Não consigo pensar. Avario o meu coração. Avaria-se-me. Dói. Invade-me o corpo. Desabotoa-me a avaria. O meu corpo funciona. Tu é que o avarias por não o dares uso. Usa-me. Abre-me. Não funciono com fecho éclair. Sou da velha guarda. Alfinetes. Uso alfinetes. Desabotoa-me os alfinetes.
Posted by Duro molusco at 5:38 PM 3 comments
Labels: Self portraits
Posted by Filipa at 5:45 AM 0 comments
Labels: Urban

Posted by Filipa at 5:47 AM 1 comments
Labels: People

Posted by Duro molusco at 8:13 AM 1 comments
Labels: Places
Na solidão encontro-me e revejo-me. Introspecção. De que me serves tu, se mais ninguém está aqui? Um só que mais nada faz senão pensar. Um só que tudo o que queria era que fossem dois. Podemos ficar aqui em silêncio, falar,olhar e apreciar. Tudo o que quiseres. Podemos até nem fazer nada. Vou acender um cigarro. Atormenta-me esta solidão. Quero fugir. Tapas-me o amor-próprio com a tua frieza. És de madeira, não te moldas, não te mexes, não vens comigo. Foge comigo. Atormenta-me esta solidão.
Posted by Duro molusco at 6:10 AM 1 comments
Labels: Sitting places

Posted by Duro molusco at 3:02 PM 2 comments
Labels: Self portraits
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