Saturday, April 25, 2009

Freedom, .i

Monday, March 16, 2009

Quem és tu?

Sorrisos escondidos

Lisboa .vii

Sunday, March 15, 2009

Lisboa .vi

Friendship .i

Lisboa, .v

Antónia

Serei..., .i

Thursday, March 12, 2009

Untitled, .iii

Self Portrait, .i

Monday, March 9, 2009

Step out of the circle



*A fotografia é dela

Thursday, March 5, 2009

Caminho & Linhas cruzadas

Tuesday, March 3, 2009

(A(s))simetrias, .i





Untitled, .ii

Love prevails, .i

Tuesday, February 24, 2009

Untitled, .i

Sunday, February 22, 2009

Lisboa, .iv

Lisboa, .iii

Lisboa, .ii

Lisboa, .i

Adamastor, .i

Meco - Cabo Espichel







Caminhos cruzados & Igreja

Saturday, January 10, 2009

Seek the day


Life is to short

Thursday, December 18, 2008

Lets go


Não é por ser uma palavra, mas a palavra, a essência, o cheiro, aroma, o sabor..tudo aquilo que me define. A aventura. O destino incerto. A irresponsabilidade? A loucura! O meu amor... O que me move, o que me define...

Realidade


É a droga mais psicadélica que pode haver. A mais imponente, a mais forte, o maior rasgo de adrenalina que corre nos olhos que percorrem a realidade. A realidade, a bad trip, o mundo, o alucinar, o suspirar, o descansar, o correr, o cair, levantar, rir, sorrir e voltar a rir. Chorar de rir. Dançar. Dança com a realidade. Alucina com a realidade. A maior droga do mundo. A realidade. Já nos corre nas veias. Basta abrir os olhos. E alucinar.

Apparent Chaos


Tanta história por contar dizia-me ele. O meu avô sempre foi um senhor dos serões de Inverno, com o chá que a minha avó fazia e o rádio bege-acastanhado daqueles que só tinham um botão para encontrar a frequência e outro para o volume. Fazia das histórias um filme, e nós, sentados, vidrados, ouvíamos com muito atenção aquilo que parecia ser o caos, o autêntico caos. O ênfase, a emoção com que contava e mexia os braços e arregalava os olhos era perfeita. Olhem lá para fora - dizia ele, enquanto nos mostrava as antigas fábricas onde trabalhava e mostrava as cicatrizes nas mãos, cada uma com a sua história e algumas faziam-nos rir. Sempre lhe admirei e dizia-lhe que queria trabalhar nas fábricas, já ele dizia, que o caos que elas aparentavam ter, era o caos que tinham.

Thursday, December 4, 2008

Gray people



Around colours...

Craftsman



Working glass...

Craftsman

Working glass...

Se apenas eu pudesse estar do outro lado, viver o que sonho era muito mais fácil. Sonhar seria mais credível e fiável, passando do imaginário para a realidade. Sonhando acordada. Mas, se eu estivesse do lado de lá, faria mesmo isso?

Untitled


A concentração com que vejo as coisas é diferente. A visualização torna-se completa e não vejo através de óculos, nem com lentes de contacto. Torna-se tudo mais dinâmico, menos linear, contudo, imutável. O azul é azul. Isto é isto. Porquê espelhar? Porquê reflectir? Não há por aonde fugir á regra, não há excepção. Arte é arte. E a visualização é a mesma, para quê opinar? Para quê obrigar o cerébro a ter uma resposta, um sentido diferente? Porquê? Se no fundo é tudo igual, para quê espelhar? O resultado será o mesmo, o espelho de dois lados, dois lados tem e ambos são iguais.

Trapped


Aproveita e foge. Foge da vida de que te queixas, cria a tua própria. Vai, sai á rua e compra a tua liberdade. Compra a tua alma selvagem, o poder de risco, a aventura, a insanidade saudável, compra tudo aquilo que a tua mente não te dá o poder de criares, pois as regras que te impigem são tão fortemente fracas que páras perante um sinal de saída. E andas perante um sinal de paragem. Foge, ou ao menos tenta. Tentar não custa. A crise não chegou ás carteiras de bom-senso e de lucidez, por isso essa desculpa não serve. Sai e compra a tua liberdade. Ou então fica assim. Comodista...

Saturday, November 22, 2008

Memórias


Saudades de ser ladeado por eles, ambos. De ter a redomazita que tolhia alguma liberdade ainda.

Thursday, November 6, 2008

Balance

Friday, October 31, 2008

Trying to reach you

Monday, October 27, 2008

Mother

(Esta é para mim)



Para ti sou a luz que deste e que te alumeia o caminho tortuoso, que agora vejo que é vida. Trabalhas com ambas as mãos, ainda assim simpre que olho para baixo vejo o meu reflexo de luz numa delas, não interesa qual. Acho que já vi quer a esquerda quer a direita, por vezes as duas. És grande, apesar de o meu peso parecer maior que a tua mão frágil, no entanto com um dedo me seguras, ou melhor, me dás seguranaça. ilumino-te as mãos porque são elas que me seguram, a rede que sei que tenho mesmo que não olhe para baixo e faça trapezismos estúpidos sem protecção e apagado...

... Espera! Tens razão, sem ti seria escuro, o quão ignóbil e egocentrado sou. Eu não tenho luz! Não tenho luz natural. És tu com as tuas mãos que me iluminas também!

Obrigado Mãe

Saturday, October 25, 2008

Nothing is sweet about me



Porque te provas então? Não deverias já saber que sendo mel, provando-te não te sabes nem te saboreias, és tu! Apenas a ti te sabes amarga, quem te toca fica melado, preso nessa armadilha a que chamas agrura. Teces a armadilha definindo-te e desfocando o resto, apenas as tuas linhas são definidas e apenas elas conseguem ser descortinadas no meio do desfoque. Atrais com agrura e prendes com doçura, essa que dizes que não tens, essa tal que não consegues provar nem conseguirás pois serás para sempre mel.

Tuesday, October 21, 2008

Everything is in right place


Tudo como deve ser. Aquilo é aquilo. Isso é isso. Eu sou eu e tu és tu. Não há cá meios termos ou assim-assim's. Ou talvez. Ou sim ou não. Somos pessoas e pronto. Podes deitar-te, sentar-te aqui se quiseres. Queres olhar comigo para o céu? Podíamos fazê-lo...Podias ficar aqui a apreciar o mundo comigo e a falar de filosofias que não interessam a ninguém e só tornam as conversas bonitas e a nós mais sensíveis, ou se quiseres podemos ficar em silêncio. Posso imaginar como seria se não estivesses aqui, se tudo isto não fosse assim e fosse ao contrário. O mundo seria mais bonito se fosse ao contrário?

Monday, September 15, 2008

Lights



"...Thats the one, Oi
How did he not find the baggy, with his hand in my shoe?
Way too close for me, ah well at least they allowed me through.
Should be a good night in here, Ramo in the main room,
People keep pushing me though, no reception on the phone.
And i'm thinkin'...
(Lights are blinding my eyes)
They said they'd be here, they said, they said in the corner,
And im thinkin'...
(People pushin' by, then walkin' off into the night)
These look well speckly, bit green and blue,
Freeze is well cheap though, so i'll take three if i need to.
Right im on the plan, i wish the bouncers would go away,
Borrow water off this man, here goes nothing OK,
And i'm thinkin'...
(Lights are blinding my eyes)
argh Thats proper rank, that tastes like hairspray
And i'm thinkin'...
(People pushin' by, then walkin' off into the night)
I hate coming to the entrance, just to get bars on my phone,
You have no new messages, so why haven't they phoned?
Menu, write message, so where are you and Simone?
Send message, dans number, where've they gone?
And im thinkin'...
(the Lights are blinding my eyes)
Why's the message pending? where the fuck are ya?
And i'm thinkin'...
(People pushin' by, there walkin' off into the night)
Hmm, brandy or beer? Waters a good idea,
Wish that bar lady'd appear; and come serve over here.
Where the fuck could they be? still not over in the corner,
This nights a tragedy, i keep thinking i saw her.
And i'm thinkin'...
(Lights are blinding my eyes)
No thats not them, thats not them either...
And i'm thinkin'...
(People pushin' by, then walkin' off into the night)
I'm still not feeling anything, this has got to be a dud.
It's been ages since i necked it, and smoked six tabs to the nub.
Belly's not even tingling, i just feel a bit pissed..
No-one looks like minglin', i cant see her or him..
And im thinkin'...
(Lights are blinding my eyes)
I'm gonna do another i think. Yeah, one more, these are shit.
And i'm thinkin'...
(People pushin' by, then walkin' off into the night)
These toilets are a piss take, queue's bigger than the door.
Gotta get rid of this pill taste, what are they chattin so much for?
Glad i'm not a girl in this place, they'll be here til dawn.
Sure my belly's tingling a bit, summat's happening im sure.
And im thinkin'...
(Lights are blinding my eyes)
Maybe i shouldnt have done the second one, i feel all fidgety and warm...
(People pushin' by, then walkin' off into the night)
Whoa, everything in the room is spinning, i think i'm going to fall down,
My heart's beating too quick, i'm fucking tripping out.
I wonder whether they got in, turned away no doubt.
Who cares, this is a tune coming in, that one where hes just like..
Im thinkin'...
(Lights are blinding my eyes)
My eyes are rolling back, i'm rubbing my thighs with my hand.
And i'm thinkin'...
(People pushin' by, then walkin' off into the night)
Yeah yeah theys' here - can they see my hand in the air?
Need to wave 'em over here. I Swear Simone's kissing Dan.
My head's twisted severe, body's rushing everywhere,
They could have texted me when they were near, but i'm fucked and i don't care.
(Lights are blinding my eyes)
What was i thinkin' about? Ah who cares, i'm maaaashed.
(People pushin' by, then walkin' off into the night)
Totally fucked, cant hardly fuckin' stand.
This is fuckin amazing; argh."


"The Streets - Blinded by the light - A Grand Don't Come For Free (2004)"

Sunday, September 7, 2008

Strange(r)


Olha-me nos olhos e diz-me que não. Vá lá, diz que não é assim e que estou errada. Diz-me tudo o for suposto dizer, mas não digas sem falar. Porque se falares com o olhar perco-me e sabes disso. Aproveitas-te disso. não me olhes assim, sabes que (des)conheço esse olhar.

Sunday, August 10, 2008

Toute seule encirclée par tout le monde


Não sei o que dizes, mas cá vou ouvindo a tua voz no meio de uma multidão encarcerada de sorrisos falsos e etiquetas provisórias por entre cinismo escondido. E eu, com a minha inocência sorrio a essas almas perdidas. Inocente e perdida brinco até anoitecer, e não me apercebo que olham para mim com olhos não de amor, mas de inveja por não terem essa inocência que tanto me faz única e especial. Nunca antes tinha percebido isso. Agora vejo.

Sunday, July 13, 2008

Encosta-te a ti

porque a mim já o fizeste. E agora não queres. Nem precisas. Precisas de ti. De te encostares a ti. De arejar. Ah pois é. Não te canses de ti. Encosta-te a ti. Descansa. Encontra-te. Descobre-te. A mim já o fizeste. Ambos fizemos. Agora penso unicamente em ti. Encosta-te a ti. Revê-te por favor. E sorri. Vê-te ao espelho, sorri.

Tuesday, July 8, 2008

Ás 5:00 da tarde


Ainda faltam horas para daqui a algumas horas mas não custarão a passar, ainda que não se saiba quantas mais serão. Apenas se sabem 5 da tarde. A partir de hoje não existem dias, nem outras interrupções ao normal correr do tempo, apenas horas passarão. Em breve deixará de existir o conceito de tarde, manhã ou outras coisas mais que nos regulam. Deixarão de existir mecanismos que contem o tempo. A partir desta hora quem me regula és apenas tu.

Wednesday, July 2, 2008

Alfinetes de ama & no zipper


Desabotoa-me. Despe-me. Despe-me de preconceito inútil e pensamentos obscenos, maléfico és tu, que me invades a mente e não o corpo. Entras no meu pensamento e viras-me contra mim. Não estou a funcionar bem. Não consigo pensar. Avario o meu coração. Avaria-se-me. Dói. Invade-me o corpo. Desabotoa-me a avaria. O meu corpo funciona. Tu é que o avarias por não o dares uso. Usa-me. Abre-me. Não funciono com fecho éclair. Sou da velha guarda. Alfinetes. Uso alfinetes. Desabotoa-me os alfinetes.

Friday, June 27, 2008

Mil Histórias


Ena! Este quadrado!
O Carlos filho da Dª Constança, com quem percorria estes telhados e tiravamos algumas telhas para atirar ao cão feio do João, primo do Carlos e que morava em frente dum largo mais espaçoso onde podíamos atirar as telhas sem medo de partir algo mais que o cão dele. A Dª Maria repreendia-nos sempre que isso acontecia mas lá fazia o jantar com o Sr. António que falava imenso ao jantar e que no fim, contra a vontade da Dª Maria nos dava whisky e dizia "Têm de começar a ter pelos no peito". Já a tia do Carlos só fazia jantares com animais que ia buscar à quinta da vizinha Adelaide, que tinha uma criação de muitos tipos de animais, e por lá passavamos uns finms de semana com o ZéTó, que apesar do nome namorava com a Ana Boa, minha vizinha e com quem depois de terminado o namoro ainda tive umas aventuras, mas não era homem para ela. casou-se com o Miguel da rua em frente dela, ligeiramente pedante mas que tinha um carro e no qual iamos fazer peões en frente da casa da Maria Antónia que atirava coisas pela janela para irmos embora. O marido Carlos estava sempre descontraido e pagava umas bjecas no café do Júlio.
Eu moro em todas estas casas, sou um retalho dos seus reflexos e das suas sombras, sou um puzzle encaixado à força, onde as peças não encaixam na perfeição.
Eu sou este quadrado.

Thursday, June 26, 2008

Hard Work




Aparas as unhas na rebarbadora sobre a qual te curvas e moldas o ferro, as mãos já não sentem pequenos deslizes nesse processo, entretanto automatizado pelo tempo. As limalhas que saltam, incandescentes por um segundo, são o teu fogo de artifício ou como gostas de dizer carinhosamente "O fogo do meu artifício".

Monday, June 23, 2008

(A)ssimetria


Não encaixas. Vês a preto e branco. Sou de outro mundo. Não te consigo ver assim. Faço-te uma cromatografia e estás a cores. Pinta-te de alegria. Deixa a nostalgia de parte e corre em direcção em sol, à luz. Ao arco iris. Ele encaixa na tua vida. Se deixares. Tira-me essa máscara negra que te cobre e por favor mostra-te ao mundo. Descobre-te. Descobre as tuas cores. Diria que és azul, e talvez vermelho. Mas nunca preto no branco ou vice-versa.

Friday, June 20, 2008

Chair, Sun & No One


Na solidão encontro-me e revejo-me. Introspecção. De que me serves tu, se mais ninguém está aqui? Um só que mais nada faz senão pensar. Um só que tudo o que queria era que fossem dois. Podemos ficar aqui em silêncio, falar,olhar e apreciar. Tudo o que quiseres. Podemos até nem fazer nada. Vou acender um cigarro. Atormenta-me esta solidão. Quero fugir. Tapas-me o amor-próprio com a tua frieza. És de madeira, não te moldas, não te mexes, não vens comigo. Foge comigo. Atormenta-me esta solidão.

Tuesday, June 17, 2008

At the end of the day


Ao fim do dia respiras. Suspiras. Interiorizas o que não tiveste tempo durante o dia. Descalças o stress e usas os chinelos entrelançados na rotina. Paz. Descanso. Não o há. Procuras. Desesperas. Suspiras novamente, desta vez descalço. Não há paz em casa. Não há gravata que saia da rotina só por a tirares do pescoço. Amanhã vais pô-la novamente.

Espectadores

To see...

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